sábado, 17 de setembro de 2011

Atividade Relaçoes Raciais/ mod IX




levei para sala de aula algumas palavras impressas retirada do site http://mundodasmagias.webnode.com.br/dicionario-yuruba/.

Escolhemos algumas palavras que conhecemos, e que muitos não sabiam que a forma de falar era de origem africana, fizemos então o nosso caderninho dicionario ilustrado de palavras africana.

Começamos então a marcar as palavras que queriamos que constasse em nosso dicionário. Cada um ficou responsavel em ilustrar palavras diferentes para que não ficasse repetido.



Significado
Desenho
Abadá - Veste branca ou de cor de mangas largas, usada pelo Yorubás.





Acarajé - comida ritual da Orixá Oyá-Iansã. Na África é chamado de àkàrà, enquanto je significa comer. No Brasil foram unidas as duas palavras acara-je.



Adjá - sino de alumínio ou cobre de três bocas.

Adjá - sino de alumínio ou cobre de três bocas.

Akukó - O mesmo que Akikó - Galo.

Aladori - pano amarrado à cabeça.

Alibã - Polícia.

Aluá - Bebida feita com farinha de milho ou de arroz, fermentada em água com cascas de frutas, gengibre e um pouco açúcar. É servida nos terreiros de Candomblé, principalmente aos caboclos.

Arê - Ruas e Encruzilhadas

Búzios - conchas cônicas utilizadas para adivinhação.

Ibá (Igbá) - bacia utilizada na cerimônia de iniciação do iaô-elegum.

Ilê - casa.

Iyó - sal.

Ofá - arco e flecha, instrumento-símbolo de Oxossi e Logum



Orum - céu.

Otá - pedra sagrada que contém parte do axé do Orixá.

Oxé - machado de duas lâminas de pedra usado por Xangô.

Terreiro - lugar destino ao culto dos Orixás onde os adeptos cultuam seus deuses pessoais através de danças ritualísticas

Xaxará - espécie de vassoura de Obaluaê feita de folhas de palmeira, decorada com búzios.

Zambi (Nzambi) ou Nzambi Mpungu - O Deus supremo e Criador nos candomblés de Nação Angola, equivalente à Olorun do Candomblé Ketu.


Durante a realização desta atividade as crianças puderam perceber que muitas das palavras de origem africana faz parte do dia a dia nosso e que não tinhamos esse conhecimento, e que muitas das palavras que observamos tem muitos referente a crença dos africanos, essa atividade além de contribuir para que conhecessemos algumas palavras e significado tambem serviu para que eles conhecessem também um pouco da história da escrita, pois ao ilustrar surgiam curiosidade sobre a palavra ou o seu significado.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Atividade Relações Raciais/ Mod VIII


Escola Municipal Guarujá

Plano de aula para 1º Ano e Pré II



Influência Das musicas africanas no Brasil









Objetivo: Conhecer e vivenciar produções culturais brasileiras com influências africanas.





Conteúdos:
- Música, dança e brincadeiras.




Material necessário: Livros, revistas, imagens, material para registro, CDs com músicas africanas e brasileiras.




Desenvolvimento:
Apresentar músicas brasileiras de ritmos de origem africana (como o samba ) e conversar com as crianças sobre as musicas e perguntar se já conhecem? Se parecem com algo que já ouviram? Gostam ou não? Por quê? Explique que essas músicas têm origem em um continente chamado África, separado do Brasil pelo oceano Atlântico. Para comparar, escutar com as crianças outras músicas (escolha, agora, uma canção tradicional africana Kuduro). Questionar se a musica se parece com a que ouvimos antes? Apresentar também coreografias de danças africanas, como Kuduro e Jongo, para que a turma possa praticar e dançar.





Avaliação
Para avaliar o aprendizado dos procedimentos de música e dança, observar o desempenho da turma ao longo das atividades, prestando atenção especialmente na evolução, na parte rítmica.

























quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Atividade Relações Raciais VII


Trabalharmos com a diversidade não é uma tarefa fácil até mesmo porque as crianças não tem em sua cabeça o preconceito e se não for uma atividade bem direcionada acabamos criando nela algo não muito bom o futuro.

Quando li a história de Rubem Alves “A Porquinha do Rabo Esticadinho”, era pra que as crianças começassem a perceber o quanto somos diferentes em nossa forma física, temos a cor, o cabelo, a altura entre outros. Foi uma discussão bastante interessante, pois as crianças queriam mostrar o que tinham de diferente um dos outros, começamos então a mostrar que essas diferenças não tornavam ninguém melhor ou pior.

E para realização da segunda atividade CAIXINHA DAS DIFERENÇAS, procurei ficar somente observando para entender melhor o que passa na cabecinha das crianças, é percebo a ingenuidade e o verdadeiro sentimento.

As crianças começaram a pintar deixei que conversassem entre eles para que ouvissem a ideia deles diante da questão de sua cor.

Percebi nesta atividade que não é porque as crianças acham uma criança de cabelo loiro mais bonita que eles não gostam do coleguinha do cabelo preto, observando a ingenuidade deles não podemos dizer que quando falam que não gostaram da pintura do cabelo preto estão discriminando as cores para eles são as mais vibrantes, geralmente escolhem cor das flores, do ambiente em que vivem.

Assim como temos nosso amigo preferido que possa ser um branco ou um negro, não é por esse motivo que estamos discriminando.

Criança geralmente sabe viver, para ela branco, preto, vermelho, amarelo, azul,, castanho tudo é lindo, basta saber compreender o que está passando em sua cabecinha.


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Atividade VII Relações Raciais


No passado o homem utilizou o critério da raça para justificar a manutenção da escravidão ou para justificar crimes, e o argumento da existência de raças superiores e inferiores foi utilizada muitas vezes manter a escravidão, o domínio de determinados povos por outras “raças”. Na atualidade temos de defender a bandeira que somente pode existir uma única raça, ou seja, a raça humana, quanto a cor da pele somente deve ser considerada uma característica. Diante desta colocação devemos sim fazer uma campanha com intuito de valorizar as pessoas por suas competências e não pela cor da pele e aparência física.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Atividade Relações Raciais Mod VI

Plano de aula

Publico: Alunos 1° Ano e Pré II
Conteúdo: miscigenação

Objetivo: valorizar os sentimentos que as crianças trazem em si, para que os mesmos sejam conservados.

Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
- observar diferenças culturais
- observar como a sociedade cria estereótipos para as diferentes pessoas
Duração das atividades
1 aulas de 50 minutos

Estratégias e recursos da aula
Para tratar o tema será feito as seguintes atividades:
Atividade 1:
Dinâmica:
Levar para sala de aula um aparelho de som e coloque uma música suave;
Em seguida espalhe vários gizes de cera de várias cores sobre a mesa e peça para as crianças escolham a cor que mais lhes agrada;
Faça uma discussão: de como seria o mundo se tudo fosse de uma só cor e se é bom haver cores diferentes e por quê.

Atividade 2:
Peça para que os alunos se juntem de dupla e olhem um para o outro, troca varias vezes de dupla;
Forme um circulo de forma que consigam ver todos
E faça a seguinte reflexão: Assim como as cores, cada um é diferente. Muitas coisas variam: cor e tipo de cabelo, formato e cor dos olhos, tamanho do nariz, altura, cor da pele... Pergunte que cor de lápis ou giz é mais parecido com a cor da pele de cada um
Atividade 3:
Montar um mural com figuras de pessoas que apresentam características diferentes, e sempre fazendo uma reflexão sobre o assunto.

Avaliação
Avaliação partirá das seguintes observações:
A criança trata os colegas com respeito e valoriza as características que são diferentes das suas próprias?


Síntese:

Ao planejar essa atividade pensei em um primeiro momento de que forma poderia introduzir o assunto de forma que crianças pudessem entender e respeitar e não simplesmente fazer com que as crianças percebessem as diferenças e passassem a descriminar.
Trabalhar com os pequenos é bom, pois ainda o preconceito com a diferença ainda não é tão visível, mas é um momento bom para ser trabalhado, pois é de pequeno que a criança vai construindo seu conceito de valores e respeito.
Ao realizar essa atividade alguns pontos merecem destaques, um dos que foi muito interessante observar foi na atividade de se observarem, pois são crianças que convivem no dia a dia, mas que alguns detalhes passam despercebidos, e quando paramos para observar o outro percebi que a criança tem um olhar inocente e que deveríamos preservar, pois o que destacam muito na reflexão era o que achavam interessante e não o que constrangia os colegas.
Quando comecei a observar os alunos para avaliar a atividade percebi que o grande desafio da escola hoje é contribuir para formação de cidadãos críticos, conscientes e atuantes e que acima de tudo valorizem e respeitem o outro.